| Cartaz da Palestra sobre Forais Novos no Norte do país |
terça-feira, 9 de maio de 2017
Palestra "Forais Novos do Norte do país: Entre Douro e Minho e Trallos Montes
quinta-feira, 9 de março de 2017
DIA DA POESIA E DA ÁRVORE - 21 de março de 2017
Como nascem as árvores e se escrevem os poemas...
Celebração do dia da
árvore e da poesia – dia 21 de março de 2017
PROGRAMA
Manhã
Tarde
14h e 15m – Peça “Como
nascem as árvores”, direção de Paulo
Gonçalves – 1.º ano TAP
Local: Jardim e espelho de água – Complexo Pedagógico, Polo I ECHS
Local: Hall piso 1 – Complexo Pedagógico, Polo I ECHS
Organização:
com a participação dos alunos do 1.º ano do curso de Teatro
e Artes Performativas, do 1.º ano do curso de Línguas, Literaturas e Culturas e
do 2.º e 3.º anos do curso de Línguas e Relações Empresariais
domingo, 19 de fevereiro de 2017
A Fotografia No Século XX: Sem Pixel
A exposição de fotografia e
aparelhos fotográficos de Isabel Sequeira e Miguel Costa chega à UTAD, no dia 21 de fevereiro. A Mostra pode ser visitada
na Galeria da Biblioteca Central da UTAD, até ao dia 31 de março.
Apareça, no dia 21 de fevereiro, na inauguração da
Exposição, que acontecerá entre as 14h30
e as 17h30. Terá oportunidade para conhecer e trocar ideias com os fotógrafos
e colecionadores de aparelhos fotográficos autores pela exposição.
Isabel
Sequeira é a responsável pelo Arquivo Fotográfico da UTAD, Miguel Costa é Repórter de Imagem da
SIC.
| Fotografia de Isabel Sequeira |
Estagiárias do 3ºano do
Curso de Línguas e Relações Empresariais
Juliana Esteves; Maria Bindang
Supervisora
de Estágio
Olinda Santana
Membro Grupo Missão
Cultura UTAD
quarta-feira, 23 de novembro de 2016
Mostra na UTAD “A Rapariga que vestia livros” de Isabel Ropio
A designer têxtil Isabel Ropio traz à UTAD a Mostra
dos seus mais recentes trabalhos, intitulada: “A Rapariga que vestia livros”.
Os seus trabalhos incluem: agendas, diários de viagem,
livros de anotações, livros de receitas, listas telefónicas, postais,
marcadores, álbuns de fotografias, entre outros. Todos os trabalhos são feitos
à mão, são trabalhos exclusivos e idealizados pela autora.
A Mostra estará patente no Espaço do Ciclo Cultural,
ECHS, Polo 1, piso 0, nos dias 5, 6,7 e 12, 13 e 14 de dezembro.
Venha apreciar os objetos de arte
saídos das mãos da designer têxtil, Isabel Ropio.
Facebook “A rapariga que vestia livros.
quarta-feira, 26 de outubro de 2016
Encontro Internacional sobre Escritas e Vozes Silenciosas
O Encontro Internacional sobre Escritas e Vozes Silenciosas terá lugar nos dias 14 e 15 de novembro de 2016, no Teatrinho na cidade do Peso da Régua.
Com o Encontro Internacional sobre Escritas e Vozes Silenciosas, pretende-se abrir um espaço de reflexão em torno das Escritas Privadas e Familiares e da História Oral. O enquadramento dos silêncios, pela natureza das correspondências trocadas em contexto de mobilidade motivada por conflitos bélicos, exílio político, emigração ou outros cenários, legam-nos elementos úteis ao estudo de várias dimensões da História (social, política, económica, familiar e das mentalidades). O Simpósio reúne especialistas de diferentes países e academias que se têm debruçado, nos últimos tempos, sobre o estudo destas problemáticas.
A organização do Encontro está a cargo da Associação Portuguesa de História da Vinha e do Vinho (APHVIN / GEHVID), (Olinda Santana, Henrique Rodrigues e António Cardoso).
Dia 14 de novembro de 2016 - Teatrinho – Peso da Régua
09h – receção aos participantes
09h 30 Abertura dos trabalhos
Moderador: Prof. António Barros Cardoso – UP, APHVIN / GEHVID
09h50 – 10h10 – De Florbela a Judith – Chris Gerry – UTAD, CETRAD
10h10 – 10h30 Da vida e obra de Mãe Clara: reconstrução de um itinerário existencial e educativo Ana Sílvia Albuquerque – UPL
10h30 – 10h50 – As cartas pastorais como instrumento de comunicação e de propaganda privilegiada de conservadores e de reformistas na Congregação dos Bernardos na segunda metade do século XVIII. Alguns contributos - Salvador Magalhães Mota - UCP
10h50 Debate
11h00 – 11h20 – Pausa para café
Moderador: Prof. Chris Gerry – UTAD, CETRAD
11h20 11h40 – Escritas e representações de sabores no feminino – Maria Olinda Rodrigues Santana; Ana Margarida Xavier – UTAD, CETRAD, APHVIN / GEHVID, REDAIEP
11h40 – 12h00 – Silêncios na escrita da emigração oitocentista – Henrique Rodrigues – APHVIN/GEHVID / CETRAD
12h Debate
12h30 – 14h30 – Almoço Livre
15h – Vista Museu do Douro
17h 30m Fim dos trabalhos do dia
Dia 15 de novembro de 2016 - Teatrinho – Peso da Régua
Moderadora: Prof.ª Maria Beatriz Rocha-Trindade – UAb, CEMRI
09h00 – 09h20 – Poder silencioso e submissão feminina em uma correspondência hispano-argentina – José Monteagudo – UNED, REDAIEP
09h20 – 09h40 – A relevância das escritas silenciosas na condução de uma Instituição Educativa de Braga, nos finais do séc. XIX – Ernesto Português – UL
09h40 – 10h00 – A angústia da distância encurtada pela escrita – troca epistolar no Arquivo do Paço de Calheiros – António Barros Cardoso / Sílvia Trilho - UP/ APHVIN/GEHVID
10h 00 – Debate
10h20 – 11h00 – Pausa para café
Moderador: Prof. José Ignacio Monteagudo Robledo - UNED, REDAIEP
11h00 – 11h20 – Epistolário de e/imigrantes portugueses: escritos e sensibilidades (Portugal-Brasil 1890/1930) - Izilda Matos - USP
11h20 – 11h40 – Memória, culpa e silenciamento do exílio e da deportação – Rui Bebiano – UC, CES
11h40 – 12h00 – Creencias sobre la pared. Problemática y lecturas interpretativas de las epigrafías de tipo religioso en el mundo tradicional – Pedro Javier Cruz - REDAIEP
12h00 Debate
12h30 – 14h30 – Almoço (gentileza da Câmara Municipal do Peso da Régua)
Moderadora: Prof.ª Izilda Matos - USP
14h30 – 14h50 – Quem meus filhos beija, minha boca adoça: cartas das mães na guerra colonial portuguesa: 1961-1974 – Joana Pontes – CEHCP, ISCTE-IUL
14h50 – 15h10 Escritas e silêncios de “madrinhas de guerra”: Abordagem à correspondência feminina com um militar da guerra colonial – Henrique Rodrigues; Daniela Robalo, Francisca Salé, Mónica Neiva - IPVC
15h10 - 15h30 – Nas encruzilhadas da vida, memórias contadas, silêncios guardados – Maria Olinda Santana; Assis Monteiro – UTAD, CETRAD, APHVIN / GEHVID, REDAIEP
15h30 – Debate
15h40 Pausa para café
Moderadora Prof.ª Olinda Santana – UTAD, CETRAD; APHVIN / GEHVID; REDAIEP
15h50 – 16h10 Apontamentos: Uma Viagem a África - 1897-1898 – Beatriz Rocha Trindade – UAb, CEMRI
16h10 – 16h30 – O Divino Silenciado – Lélia Nunes – USC
16h30 – 16h50 A misteriosa “escrita” do Alvão e a origem da Escritura – Mila Abreu – UTAD, CETRAD
17h00 Debate
17h30 – 18h – Correspondência da Quinta da Pacheca (título a confirmar) Teresa Serpa Pimentel
18h – Porto de Honra
18h30 Encerramento
sábado, 2 de julho de 2016
Defendida tese de mestrado sobre o Mirandês na UTAD
No passado dia 29 de junho, foi defendida em provas públicas a Dissertação de Mestrado em Línguas Estrangeiras Aplicadas, variante de Comércio e Relações Internacionais, intitulada: Cultura Mirandesa ou a revitalização de uma língua em vias de desaparecimento por Margarete Isabel de Almeida Silva.
![]() |
| Câmara Miranda do Douro - 2007 |
"Resumo
A língua e a cultura mirandesas constituem os pilares do património material e imaterial do Planalto Mirandês tomando esta região, do ponto de vista histórico, linguístico e cultural, como uma oportunidade ímpar de desenvolvimento turístico.
Conscientes de que o turismo é, atualmente, uma das atividades que mais contribui para asobrevivência de numerosos territórios, acreditamos que a atividade turística tira partido económico dos recursos existentes e constitui um importante fator desincentivador do processo de despovoamento. O turismo constitui
per se, uma forma de preservar o património cultural. No trabalho que abordamos, o concelho de Miranda do Douro tem-se vindo a assumir como um território com potencialidades turísticas ao incrementar a oferta turística através de infraestruturas e implementando programas de animação cultural e turística diversificados.
Desta forma, após uma breve apresentação histórica e geográfica da cidade transmontana, pretendemos analisar a importância da língua, da cultura e da etnografia locais propondo, posteriormente, estratégias e propostas que possam promover a região como destino turístico dentro e fora do país. Para o efeito, entendemos fazer uma análise através da recriação de algumas tradições que incentivem e promovam a língua mirandesa por via das suas tradições e memória coletiva, ou seja, na identidade cultural de um povo.
Palavras-chave:
língua e cultura mirandesas, turismo, património material e imaterial".
O júri foi composto pelas Professoras Doutoras: Felicidade Morais, diretora do Mestrado em Línguas Estrangeiras Aplicadas, variante de Comércio e Relações Internacionais, Professora Elisa Gomes da Torre, docente e investigadora na UTAD e Olinda Santana, Vice-diretora do Mestrado em Línguas Estrangeiras Aplicadas, variante de Comércio e Relações Internacionais e orientadora da dissertação.
![]() |
| Reprodução do documento de elevação de Miranda do Douro a cidade |
sábado, 30 de abril de 2016
VISITA DE ESTUDO - SANFINS DO DOURO, FAVAIOS E ALIJÓ
Subscrever:
Comentários (Atom)



